Nos tablets estará o material didático produzido exclusivamente para o colégio por um grupo de 30 professores para um total de 16 disciplinas. A escrita manual está mantida e os tradicionais cadernos estarão nas salas de aula. O coordenador do ensino médio do colégio, André Frattezi, é um dos professores do grupo que viabilizou o projeto a pedido da direção.
O preço do material didático digital será mais barato do que os livros de papel. Segundo o professor, a reação dos pais à novidade foi, no início, de dúvida. A escola fez reunião com os pais e não houve resistência. Os questionamentos surgidos foram sobre o uso do equipamento nas aulas, não sobre a compra dos tablets.
“Dentro da sala de aula, o professor dirige hoje o uso do livro. Não será diferente com o uso do tablet. Fora do horário das aulas, o uso será livre.”Um dos alunos do colégio disse que além de maior praticidade e envolvimento com a tecnologia atual, o peso de seu material escolar irá diminuir drasticamente ao trocar vários livros na mochila por apenas um tablet.
A iniciativa é excelente e, querendo ou não, será o futuro dos estudos. As escolas que já começarem a estudar a questão sairão na frente e isso será um diferencial nas escolhas dos pais no momento de matricularem seus filhos.

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